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quinta-feira, 18 de março de 2010

Poema de Marco Vasques e desenho de Fernando Lindote


(lá)


construo um castelo no corpo
e permaneço tonto até
que uma nota venha me musicar

sou o diapasão

sou o corpo que corre
no silêncio das águas
ainda que não nascido

Um comentário:

Efigênia Coutinho disse...

construo um castelo no corpo
e permaneço tonto até
que uma nota venha me musicar


COISA LINDA EM PALAVRAS

Efigênia